27 de fev de 2009

Se for fazer merda, que seja grande

Fábio Júnior é um cara peculiar. Como é que alguém consegue se manter na mídia por tantos anos, sendo um cantor medíocre, um ator medíocre e ainda por cima viciado?

Enfim, sabe-se lá como ele consegue. E como ele mesmo já cansou de provar, não importa se você canta feito uma taquara rachada, o seu legado é medido pelas gostosas que você pega. E nisso ele é profissional.

Catando a Mari Alexandre, ex-playboy e still giant boobs, Fábio Jr. Comemorou o nascimento do seu filho (rufem os tambores na altura máxima) chamado "Záion", no último dia 21.

Isso mesmo, vocês não leram errado. Se é pra foder com o futuro do menino, já que não ouvem-se rumores de uma continuação para transformar Matrix numa quadrilogia, que foda direito. O nome deveria ter um Y bem ali no meio.

Seguindo os ensinamentos de Marisa Monte, também adepta do pó pará com pó, que chamou o seu rebento de Mano Wladimir, Fábio Jr. já deixou o filho de castigo logo após o nascimento. E um castigo eterno, que só vai acabar quando ele fizer 18 anos e resolver mudar de nome. Podia colocar Nio, ou Morfels, na minha opinião.

Alguém sabe dizer se Záion tem mesmo acento ou é ditongo crescente? Reforma ortográfica no nome dele já!

Fonte: Quem (perguntou?)

26 de fev de 2009

Eu sou competitivo

Quando eu tinha 10 anos, me interessei por basquete. Sempre fui fã de esportes, desde muito pequeno. Já joguei de tudo um pouco. Talvez eu seja predisposto geneticamente a praticar esportes, pois tenho muita facilidade e normalmente alguma habilidade nata para eles.

O fato é que comecei na escolinha, na 2a série e foi lá que comecei a ganhar as minhas primeiras medalhas. Eu era o chamado "rato de treino". Treinar pra mim era o mesmo que ir pro cinema. Eu realmente me divertia e ao mesmo tempo levava muito a sério o que o professor orientava e procurava fazer da melhor maneira possível.

Ficava puto quando era impedido de treinar por qualquer motivo que fosse. Aniversário chegando, o pedido era óbvio. Uma bola de basquete. Treinava o tempo todo, até em casa, com aquela tabela comprada na loja de brinquedos que era pendurada de improviso na parede. Treinava controle de bola, arremoessos, dribles, passes tabelando com a parede... E talvez isso tenha me ensinado, de forma subconsciente, que só a prática exaustiva leva a perfeição. Não adianta nascer com talento apenas, é preciso suar a camisa.

E isso eu fazia, e como fazia. Com essa idade ainda não jogava campeonatos, isso começou quando mudei de cidade e fui treinar na nova escola. Como eu era muito tímido, normalmente teria dificuldades para me enturmar e fazer novos amigos, mas até nisso o esporte me ajudou. Como eu era "o bom" do time, óbvio que todos me queriam jogando em seus times e sempre tinha vários colegas conversando comigo, sobre qualquer assunto, e claro, sobre basquete também. Eu era quem tinha a moral com o treinador, com coisas que parecem bobagem, mas que no fundo fazem um garoto de 11 anos ser respeitado pelos amigos. O professor me dava a chave da sala de equipamentos, para que eu fosse buscar o material de treino. Parece bobagem, mas isso faz diferença. O treinador confiava em mim.

Passamos alguns meses treinando, realizando coletivos, e eu naturalmente ia me destacando entre os outros, junto com um colega que acabou tornando-se um grande amigo no curto período que passei nessa escola (2 anos). Éramos parceiros de treino, e sempre jogávamos no mesmo time. Ele como armador, e eu como ala. Não tinha pra ninguém, se a gente jogasse no mesmo time, era lavada na certa.

Até que chegou o dia em que eu iria disputar o meu primeiro campeonato. Lembro bem que esse foi o único jogo que meus pais foram assistir até hoje. Sempre tive vontade que eles tivessem ido assistir a mais jogos. Onde alguns sentiriam pressão, pela presença da família, eu me sentia confortável, praticamente protegido de qualquer adversidade.

O time era o temido Estadual, o time de um colégio público de uma escola da cidade. Os meninos eram bem maiores, muitos por serem repetentes (eu era 5a série na época). Mas ainda na idade de jogar um campeonato infantil (imagino que sim!). Bola ao ar, a posse é nossa e vamos para o primeiro ataque. E aí já percebi a grande responsabilidade que eu teria naquela tarde. Todos os meus companheiros com olhares meio assustados, a pequena torcida gritando, e os adversários bem maiores e mais fortes tentando nos intimidar.

Eu não pensei duas vezes. Assim que chegamos ao ataque e eu recebi a bola em minhas mãos, fiz apenas o que aprendi. Bati no chão, dei dois passos para a frente. O marcador veio em minha direção. Uma finta rápida pra esquerda, um jump e chuá. Dois pontos para nós. Um sorriso tímido saindo no meu rosto.

A realidade, porém, foi chegando com o desenrolar do jogo. O time deles era de fato melhor e mais preparado, e o time estadual conseguia se manter a frente, apesar do placar apertado. Perto do final do jogo, o placar era algo próximo de 17x13 para eles. Sim, em jogos de times infantis daquela época, um placar como esse era algo astronômico diante do referencial de um menino de 11 anos. Tivemos duas posses de bola para encostar e empatar o jogo, mas foram desperdiçadas. Nenhuma das duas passou pela minhas mãos, e eu assistia atormentado imaginando que o jogo estava escapando. Em dois contra ataques o time adversário fez duas cestas e deu números finais ao jogo. Placar de 21x13 para a escola estadual, que ensinou uma lição aos mauricinhos da escola particular.

Não havia nenhum clima de animosidade entre os dois times (inclusive porque se fossemos sair na porrada, a surra seria ainda maior). Houve a tradicional confraternização de fim de jogo, com todos se abraçando e apertando as mãos, e recebi alguns elogios dos adversários pelo jogo que tinha feito. Dos 13 pontos que o meu time tinha conseguido converter, eu havia sido responsável por 9.

Quando caí em mim, a derrota amargou minha boca e eu desabei a chorar. Um choro bastante sincero, dolorido, de quem havia feito o melhor que podia e mesmo assim não havia vencido. FOo a primeira grande lição que aprendi com os esportes. Num jogo coletivo, raramente as coisas vão depender de um só atleta. Se vencer, vence o time. Perdendo, todos são responsáveis. Pouco tempo depois, os parabéns da família por ter jogado bem serviam de consolo.

No dia seguinte, na escola, o tratamento era de respeito por alguns colegas, mas os palhaços, aqueles que nunca jogam nada, não participam, ficam em recuperação e só enchem o saco dos outros, estavam me zoando por ter chorado. É fato. Chorar na frente dos colegas na escola é pecado capital para um guri de 11 anos.

E aí é que está a diferença. Nem eu mesmo sabia disso quando tinha 11 anos, mas o fato é que a diferença entre mim e os que me zoavam por ter chorado de forma sincera pela derrota, é que eu era competitivo. Eu queria mais do que só participar. Eu queria ser lembrado pelos meus colegas, pelo treinador, pela minha família. Só fazer parte do time não era suficiente. Eu queria ganhar. Queria ser o melhor, o que treinava mais, o que fazia mais cestas.

Hoje, 20 anos depois, aprendi que não preciso ser tão competitivo em tudo pra ter sucesso ou aprovação dos meus amigos, do meu amor, da minha família. Mas se me dizem para ser eu mesmo, não posso ser diferente. Competição está no meu sangue e só quem sabe como é doce o sabor da vitória consegue entender a necessidade de entrar numa disputa... e vencer. Seja ela um jogo de basquete, aos 11 anos, ou um imagem & ação aos 30.

24 de fev de 2009

Scorpion, Wins?

NOT!

Pronunciamento do Molusco

Vejam a última pérola presidencial desferida pelo nosso digníssimo molusco, reproduzida na íntegra do jeito que recebi. Não fui atrás de verificar a veracidade do discurso. Resolvi publicar pelo simples fato de darem a autoria dessa tosquice para o (in)digníssimo Presidente:

Lula deu essa declaração "histórica", esta semana, na posse de diretores do Sebrae:

"Temos que reconhecer que a situação é delicada, que essa crise é possivelmente maior que a crise de 1929 e temos que reconhecer que o Roosevelt só conseguiu resolver a crise de 29 por causa da II Guerra Mundial. Como não queremos guerra, queremos paz, nós vamos ter que ter mais ousadia, mais sinceridade, mais inteligência, por que eu não admito que uma guerra para resolver um problema econômico tenha 6 milhões de mortos".

Comentários específicos:
1. A Segunda Guerra Mundial não teve absolutamente nada a ver com a crise americana de 1929;
2. A Segunda Guerra Mundial foi motivada pelas condições impostas à Alemanha pelos vencedores da Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918;
3. A Segunda Guerra Mundial encerrou com perto de 52 milhões de mortos, quase dez vezes mais que o número que Lula especificou;
4. Seis milhões foram as vitimas do Holocausto, patrocinado pelos nazistas.
Lula confundiu tudo o que a Assessoria dele o informou (tenha paciência, não queira que ele decore tudo que lhe passam).
5. Em 1929, o mundo não tinha e nem imaginava o que seria uma economia globalizada;
6. Franklin D Roosevelt resolveu a crise americana diminuindo custos e impostos, e reduziu drasticamente as despesas do governo, exatamente o contrário do que Lula e seus ministros estão fazendo;
7. Pela retumbante declaração, Lula imagina que a crise só será extinta por meio de uma guerra mundial, mas ele, "o grande pacifista e magnânimo líder" não admitirá uma guerra mundial para que a crise seja solucionada;

E ainda questiono os tais 84% de popularidade. Não temos tanta gente assim vivendo de bolsa esmola. Quero só ver em 2010. Votem na Dilma pra depois ficar choramingando. Brasileiro não só gosta de tomar pau na bunda, como ainda passa a vaselina.

18 de fev de 2009

Advogada do diabo

É. Parece que a farsa chegou ao fim. A pernambucana Paula Oliveira, de 26 anos, parece ter assumido para a polícia Suíça que forjou o ataque supostamente realizado por skinheads nacionalistas.

Ela admitiu que fez isso porque sabia que na Suíça, vitimas de agressões são indenizadas com 50 a 100 mil francos suíços e a simulação da gravidez foi para trazer um agravante e facilitar o processo de indenização.

Essa palhaçada está chegando ao fim e espero que ela pegue uns bons anos de xilindró pra deixar de ser BURRA. Aliás, ela só pode ter se formado na Universo, porque uma ADVOGADA na SUÍÇA, que pelo perfil do país deve ter uma polícia bastante eficiente e uma perícia extremamente eficaz, realmente beira o ridiculo.

Por que ela não fez isso aqui no Brasil? Se por um lado ia levar uns 10 anos pra ela ser indenizada, por outro jamais alguém conseguiria provar alguma coisa contra ela. Isso só mostra o quão inescrupuloso e idiota um brasileiro pode ser, pois se uma figura dessas graduada em DIREITO e residete na SUÍÇA, um país com um IDH infinitamente superior ao do Brasil consegue armar um circo desses, avalie gente sem educação e miserável.

Notícia completa aqui no Bol.

Em terceiro, ó pátria amada!

Já aviso logo, que não vou publicar esse vídeo para zoar com o pobre bêbado. Todo mundo sabe que entre as instituições nacionais (moeda, selo, bandeira, hino...) o hino é o patinho feio pois todo mundo zoa o pobre coitado.

É versão em axé, em rock, gente cantando errado e o diabo aquático. Brasileiro tem um jeito muito engraçado de demonstrar patriotismo. O ápice é na copa do mundo, e se o Brasil não for campeão todo o nacionalismo é jogado fora e recolhido pelos papas-metralha. O orgulho de ser brasileiro é estampado nos micro-biquinis, nas cangas, nas sungas, nas meias, nas cuecas. Podem falar o que quiserem dos americanos, mas todo americano que se preze tem uma bandeirinha em cima da mesa ou mesmo hasteada no quintal de casa.

Vou publicar esse vídeo porque ao menos o bêbado tem a desculpa de dizer que cantou errado porque estava bêbado. Mas é uma pura constatação. Já vi gente sóbria cantar muito pior do que esse pobre diabo.

Eu conto nos dedos (eu incluso) as pessoas que sabem a letra do começo ao fim, as duas partes. E mesmo quem tem o hábito de cantarolar o hino nacional como eu, de vez em quando dá umas escorregadas na letra, que é extremamente rebuscada.

Vendo o vídeo desse cidadão, percebo que é preciso um quartinho de 51 (se bem que pelo estado dele, tá mais pra meiota) pra gente perceber como os valores desse país são distorcidos. Todo mundo vai rir desse coitado e ele vai virar pseudo-celebridade na internet. Mas o problema mais profundo, da falta de educação e moralidade ninguém vai comentar.

É por isso que eu digo: o pior do Brasil é o brasileiro.

17 de fev de 2009

Comercial da ETB

Uma palavra: ESPETACULAR!!

13 de fev de 2009

Bêbado esquecido

Um irlandês estava bebendo já há bastante tempo, até que o garçom o avisou que o bar estava fechando.
O irlandês pediu licença educadamente e tentou levantar-se, mas caiu estatelado em frente do garçom. Tentou novamente e teve o mesmo resultado.
Deduziu que seria melhor rastejar até a porta, provavelmente receberia um pouco de ar fresco e quem sabe?
Com isso ele conseguiria até ficar sóbrio o suficiente para conseguir levantar-se.
Na calçada, repetiu a tentativa, mas caiu novamente de cara no chão.
Já cansado, decidiu rastejar os quatro quarteirões até sua casa.
Chegando lá, nova tentativa... e o mesmo resultado. Exausto, ele se rendeu. Foi rastejando para o quarto e quando alcançou a cama, tentou mais uma vez.
Conseguiu ficar na vertical, mas caiu direto na cama e pegou no sono.
Acordou na manhã seguinte com a esposa dando um tremendo esporro:
- Bonito, hein! Bebendo novamente na rua até tarde!....
Quem disse isso? - Perguntou com olhar inocente...
- Ligaram do bar e disseram que você esqueceu a cadeira de rodas lá, de novo!

11 de fev de 2009

Como sobreviver no Carnaval de Pernambuco

1. Ao encontrar algum bloco que possui boneco gigante, preste atenção nas mãos
do boneco "pro mode" não levar uma mãozada no "quengo".
- Embora o efeito do álcool se vá logo após a chapuletada, não é, obviamente, uma sensação agradável.


2. Se você escutar alguém gritando "Madeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiraaaaaaaaa", não se assuste,
pois ninguém vai ficar derrubando árvore em pleno Carnaval. É apenas algum
bloco ou banda cantando o hino do bloco "Madeira do Rosarinho", o qual você vai
escutar umas 14.889 vezes por dia.
- Até a quarta-feira de cinzas, você saberá a letra de cor.


3. Não se incomode se, ao seguir um bloco, a bandinha tocar sempre as mesmas
músicas. Também não se incomode se, ao seguir próximo bloco que passar, a banda
deste tocar as mesmas músicas que o bloco anterior tocou.
- O Carnaval de Pernambuco é assim mesmo, é tradição. É a época do ano que os
pernambucanos se reúnem pra ouvir as mesmas dez músicas de sempre.


4. Nem pergunte qual é o frevo novo que é a sensação deste ano. Faz tempo que
isso não existe em Pernambuco. E nem invente de perguntar qual é a dança da moda.
- Você corre o risco de apanhar, pois isso é coisa de baiano.


5. Nunca entre em discussão com algum pernambucano sobre qual é o melhor
Carnaval dentre o baiano, o pernambucano e o carioca.
- Vocês nunca vão chegar a conclusão alguma.


6. Nunca pergunte pra onde um bloco está indo. Siga-o apenas.
- Nunca se sabe onde um bloco vai parar, e nem onde começa.


7. Em Olinda, não se desespere se você passar horas e horas sem ver passar algum
bloco de Carnaval.
- O bom do Carnaval olindense é a espera.


8. Não leve carteira, relógio, telefone celular e outros pertences pra o meio da folia.
- O Bloco do Arrastão desfila todos os dias e a qualquer hora.


9. Se você for homem, não fique constragido em mijar no meio da rua quando der
vontade. Se assim não o fizer, vai acabar mijando nas caçolas se tentar achar
um banheiro. Se você for mulher, trate logo de achar um banheiro público e
entrar na fila duas horas antes de chegar a vontade de falar com o homem do
bocão.


10. No Carnaval de Olinda, se você for uma mulher bonita e gostosa, correrá o risco de,
sem o seu consentimento, ser agarrada, beijada, apalpada e outras coisas
terminadas em "ada". Nem vá de shortinho curto e de tecido leve. Vai voltar com a
arruela "assadinha". Use a velha bermuda jeans.
Se você for homem e tiver uma namorada gatinha, nem passe perto da cidade alta.
Mas, se você for uma mulher feia, é hora de aproveitar e tirar o atraso acumulado.
- Pois, em Olinda, vale o velho ditado: "não existe mulher feia; você é que bebeu pouco".
Vai que é tua, baranga!


11. Outro ditado que vale no Carnaval: cú de bêbo não tem dono. Assim, vale mais
usar o outro ditado "quem tem cú, tem medo" na hora de beber.
- Pense 2 vezes antes de enfiar o pé na jaca. Não confie nem nos amigos.


12. Não saia cedinho de casa pra ver o desfile do Galo de Madrugada. Este bloco
não desfila e nem nunca desfilou de madrugada.
- Ao final do desfile, procure um bom dermatologista .... depois de se recuperar.


13. Em Olinda, depois de tomar todas, nunca tente subir a Ladeira da Sé à pé.
Álcool só é combustível pra automóvel.


14. Se você for pra folia de carro, prepare-se para pagar antecipadamente 10
reais ao flanelinha pra deixar o carro na rua - se conseguir achar algum lugar.
Além disso, prepare pra enfrentar engarrafamentos homéricos.


15. Não fique constrangido se você estiver no meio de um bloco "lírico" e não
souber o que porra é lirismo. Também não fique sem jeito se o bloco for um do
tipo "bloco-de-saudade-de-velhos-carnavais" e você não estiver sentido saudade
alguma. Metade dos participantes desses blocos também não sentem porra de
saudade nenhuma, só dores nas juntas.
- Grande chance de achar aquela velha tia-avó viúva ou a tia solteirona, que há muito
você não via.


16. Se você for alérgico a mofo, passe longe dos "blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais".


17. No meio desses "blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais", finja que sabe quem
é Felinto, Pedro Salgado, Pierre, Fenelon e o velho Raul Moraes. Assim, você
se enturmará mais rápido com o pessoal.
- Se, por curiosidade, você perguntar quem são esses caras, provavelmente vai receber
como resposta um constrangido "não sei".


18. Não há problema algum em não saber dançar frevo. 99% dos pernambucanos não
sabem fazer o passo.
- Nem tente ! Você poderá acabar seu Carnaval num ortopedista.


Mais uma,

19. Quando você não estiver escutando porra nenhuma, tenha certeza que é

o "blocos-de-saudade-de-velhos-carnavais", passando na sua frente.

outra:

20. Caso o bloco que vocês está seguindo, passe na frente de alguma emissora de TV
transmitindo em rede nacional, ao vivo, prepare-se p/ escutar pela enésima vez
o hino do Vassourinhas, e levar um monte de caneladas.
- Pule feito um louco até a música acabar. E não se esqueça de "abrir" os cotovelos.

10 de fev de 2009

Chad Vader after the dentist

E se o Chad Vader saísse do dentista um pouco... Digamos... Doidão?

Depois dos filhos, agora elas assumem o poder.

Já que as pessoas reclamam tanto que os políticos são, digamos, pouco honestos no que prometem e no que cumprem, adoram declarar muito menos do que possuem e colocar o Brassica Nabus L., vulgo Nabo, no esfincter, vulgo ânus, dos cidadãos.

Isso é em qualquer lugar. Mais aqui no Brasil, mas os países desenvolvidos não estão completamente livres da "esperteza" de políticos espertalhões.

Porém, certas coisas parece que só acontecem nos EUA. Foi lá que Stormy Daniels, atriz pornô presente em mais de 100 filmes avisou que vai concorrer com David Witter, Senador eleito em 2004 e que em 2007 foi pego num escândalo por aparecer na lista de "clientes" de uma respeitada casa de baixo meretrício, chamada "Madame Washington".

No país onde até Arnold Schwarzenegger se elege Governador e ator já foi Presidente, está mais do que na hora de começar uma campanha para mudar a cara do cenário político mundial, com o slogan "Se os filhos não fazem, votem na mãe dele".

Fonte: Globo

8 de fev de 2009

Matari

E se Enduro se passasse no Brasil?



Como o aquecimento Global nos afeta...



Bobby é corinthiano




HUAUHAHUAHUAHUHUAHUAHUAUAHU, eu ri pra caralho! Incrível como de uma forma tão Geek e simples podem ser passadas mensagens importantes como as acima. CLAP CLAP CLAP!

Macaquice

Não basta ser irmão. Tem que participar.

Kevin James - Bola de Boliche

Eu já tinha postado uma mágica de Kevin James, a que ele serra o cara ao meio. Mas essa da bola de boliche é muito escrota, principalmente pela simplicidade. Muito legal.

Ipod do Chris Martin


Foto exclusiva do Ipod do Chris Martin do Coldplay!
Enviado por Déa :D


7 de fev de 2009

Aumente o seu pênis

Pergunte-me como. Eu digo.

Descoberta a forma de aumentar seu pênis em 10cm em 30 segundos (tempo de assinar o cheque).

6 de fev de 2009

Momento Caminho das Índias

Maya vai se casar com um cachorro. Dessa forma, ela vai enganar os astros e poder se casar com Bahuan, um intocável (Perdão, Al Capone...). Aliás, que porra de nome é esse?

Pior do que essa coisa ridícula de Caminho das Índias só pra tirar a Glória Perez da geladeira, é esconder a pobreza da Índia com toda essa ostentação, e mostrar que ATÉ LÁ O JEITINHO BRASILEIRO IMPERA.

Isso só mostra pra população BURRA e MAL-EDUCADA que ATÉ ENGANAR OS DEUSES É POSSÍVEL, quanto mais enganar outros pobres brasileiros.

Tem como esse país melhorar?

#Fail

Não, não foi assim que seu pai lhe ensinou a arremessar uma tora.

Bolsa Vaselina

Eu nem vou dar opinião a respeito do (des)Governo do Lula, pois acho que isso é assunto mais do que batido. Pior do que quem ganhou o campeonato brasileiro de 1987.

Mas como o povo brasileiro só usa a inteligência pra o que não presta, incluindo aí os governantes, cabe a gente se resignar e aceitar que o Brasil é um aglomerado de bócios ou fazer alguma coisa da forma que der.

E um poeta muito arguto, do jeito que o nordestino gosta, resolver escrever esse singelo cordel comentando a respeito do "Bolsa Vaselina".

Não sei quem é o autor da obra, mas se este ler esse humilde blog, manifeste-se para que possamos dar (no sentido gramatical) com alegria os devidos créditos.

Cordel do Bolsa Vaselina

I
Sem ter mais o que doar,
O Governo da Nação
Resolveu, virando os olhos,
Gastar mais de R$ 1 milhão,
Doando para os viados
Bolsa-lubrificação.

II
Quem tem o seu pode dar
Da forma como quiser
Seja feio, seja bonito,
Seja homem ou mulher,
E tem de agüentar o tranco
Da forma como vier.

III
O Governo Federal,
Que em tudo quer se meter,
Decretou que o coito anal
Tem mas não pode doer
E o Bolsa-Vaselina
Surgiu para socorrer.

IV
Quinze milhões de sachês:
A farra está animada!
Vai ter festa a noite inteira,
Até mesmo na Esplanada,
Sem ninguém sequer sentir
A hora da estocada.

V
Coitada da prega-mãe,
Vai perder o seu valor,
Pois é ela quem avisa
Na hora que aumenta a dor
E protege as outras pregas
De algum violentador.

VI
O governo quer tirar
Do gay a satisfação,
Como mulher sem prazer
(Fonte de reprodução),
Porque tanta vaselina
Vai tirar a "sensação".

VII
- É para reduzir danos
- Defende logo um petista.
Porque na hora do coito
Dá um escuro na vista
E a dor é tão profunda
Que eu sinto dó do artista.

VIII
- Mas tu já desse, bichim?
- pergunta Zé de Orlando.
O governista sai bravo,
Dando coice e espumando,
Pega o "rabo de cavalo"
E sai no dedo enrolando.

IX
O Brasil é mesmo assim:
Prostituta tem prazer,
Vagabundo tira férias,
Se trabalha sem comer
E quem dá o ás-de-copas,
Dá mas não pode doer.

X
O governo resolveu
Dar bolsa pra todo mundo
E criar um grande exército
De milhões de vagabundos
Só faltava esta bolsa
De vaselinar os fundos.

3 de fev de 2009

Banda Calypso indicada ao Prêmio Nobel da Paz

A banda paraense Calypso foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz, segundo a assessoria da banda. A oficialização será realizada no dia 15 de fevereiro, um domingo.

A indicação de Joelma, Chimbinha e companhia deveu-se a "seu relevante trabalho humanitário em prol dos carentes da região Norte", informa uma nota oficial do Comitê da Paz.

O evento oficial de indicação vai acontecer durante uma partida de futebol e uma apresentação da banda no estádio do Mangueirão. O preço do ingresso ainda não foi divulgado.
Fonte: Terra
Comentário: ... Medo. Muito medo.

Conselhos de um cearense para 2009

1. Você já é um cagado por estar vivo, pense nisso e agradeça a Deus.

2. Não fique arrudiando para estar junto de quem você gosta, se avexe.

3. Não bote boneco no trabalho, seja paciente.

4. Pra você ficar estribado é preciso trabalhar. Não fique frescando com os colegas. Funcionário que não dá um prego numa barra de sabão não fica não.

5. Se você tiver mesmo afim de sair porque não agüenta mais aquele seu chefe véi fulerage, aquele cabra que te deixa fumando numa quenga, tenha calma, pois não adianta ficar ispritado porque ele não reconhece que você rala o bucho no trabalho, vá procurar algo melhor e cape o gato na hora H.

6. Mesmo que seus objetivos estejam lá na baixa da égua, vale a pena buscá-los e dê uma rabiçaca para os maus pensamentos, pois pra gente conseguir o que quer tem é Zé.

7. Dê um desconto para aquele cabra que só bate fofo com você. Vale a pena investir, pois de tanto insistir pode nascer um bruguelo ou um minino réi amarelo.

8. Quando quiser algo, seja o cão chupando manga e vá em frente. Não desista e dê uma pinóia pros maus pensamentos.

9. Você é um(a) corralinda, é importante que você ame a si próprio.

10.Não vá bulir em coisa que tá dando certo. Deixe quieto, pois de tanto coisar com uma, coisar com outra, vc pode ganhar um chapéu de touro, seu mói de chifre. E se quiser matar o verme, procure o doidim/doidinha que está a seu lado.

11. Você ainda não tem ninguém, não pegue qualquer marmota. Escolha uma corralinda igual a você e não rebole no mato as boas oportunidades.

12. Pras vitalinas (aquelas que o cabra não pode nem triscar que já ficam igual a uma barata num bico de uma galinha) fiquem pastorando até encontrar alguém pai d'égua. Não escolha um cabra peba ou malamanhado. O segredo é pelejar e não desistir. Não peça pinico e deixe quem quiser mangar. Um dia seu machoréi vai encontrar.

13. Não fique batendo o quengo pensando em besteira, tenha pensamentos positivos e diga: Sai mundiça.

14. Se algo não sair como você planejou, não fique de lundu. Saia com aquele magote de amigos seus pra tomar um merol ou uma meiota.

15. Aí é torcer que 2009 vai ser só o mi dibulhado e respeite como ele vai ser bom!!!!!!!!!

2 de fev de 2009

Roger Federer, para ele, a minha reverência.

Vencer nem sempre é possível. Vencer, tanto na vida, como no esporte, é uma coisa extremamente difícil.

Eu como sou muito competitivo (meus amigos e minha noiva sabem bem), sofro bastante o tempo inteiro com a necessidade de vencer. Não faço dessa sede por vitórias (seja qual for o tipo) uma cama elástica para vencer a qualquer custo.

Tenho a sorte de ter caráter para aceitar bem (na maioria das vezes) as derrotas e procurar fazer o melhor na próxima vez. Sempre enalteço as qualidades do oponente que me venceu. Acho que isso fortalece o perdedor e transforma-o num vencedor melhor.

Porém, muito mais difícil, quase impossível é perder com caráter e elegância. Com hombridade suficiente para tornar a derrota até mais inesquecível e memorável do que a vitória.

Todos sabem que sou apaixonado por tênis, pratico o esporte e dentro das minhas limitações procuro dar o meu melhor. O que era apenas lazer no início acabou virando uma brincadeira séria, e sempre treino para melhorar. Nada como o sabor de vencer aquele cara que ganhava fácil de você uns meses atrás.

Sendo um tenista e fã incondicional de todos os esportes (sendo o tênis o preferido), é impossível não acompanhar a carreira, a vida e os feitos de Roger Federer e Rafael Nadal. Dou o braço a torcer para o espanhol. Realmente, após a final do Australian Open, fica difícil não enaltecer as qualidades do jovem de 22 anos, que a cada mês que passa, cala os críticos do seu estilo de jogo e da sua forma física sempre colocada em dúvida.

Mas para mim, que sou adepto do estilo clássico de se jogar, a reverência é toda para Roger Federer. Que mesmo perdendo a 5a final de Grand Slam para Nadal (tendo vencido 2), será sempre, ao menos desde que me entendo por gente, o melhor de todos os tempos (Rod Laver e Sampras que me perdoem).

Esse vídeo ficará marcado para sempre. É impossível, até para quem não é fã nem acompanha o esporte não ir as lágrimas com a dor pela derrota de um multi-campeão. Um homem que quebrou quase todos os recordes do tênis, e tem apenas 27 anos. Ainda tem muito a oferecer ao esporte e as pessoas. Um gentleman, dentro e fora das quadras. Culto, poliglota, embaixador do esporte de cavalheiros e realizador de ações de solidariedade por todos os lugares do mundo.

Minha admiração ficou ainda maior, mesmo com a derrota na final. Todos nós iremos vencer e perder na vida, mas eu pelo menos, sempre que eu perder, me lembrarei desse exemplo e tentarei perder com essa dignidade.